Sugestões de Projetos e atividades para Educação Infantil.

Textos e artigos relacionados à Educação.

Trabalhos em artesanato como: Tricô pintura em tecido e tela.


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domingo, 19 de dezembro de 2010

O Novo Testamento nos fala do nascimento de Jesus e narra de maneira sublime a vinda Dele entre nós.

Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra e boa vontade para com os homens.
( Lucas, 2: 14. )


O Evangelho de Lucas, no capítulo 2, v.14, conta do aparecimento de um anjo aos pastores, enviado por Deus, anunciando a presença de Seu Filho, o Cristo, ungido por Ele, nosso Pai Celestial, com a missão de trazer a todos os homens a sua paz.

O anúncio que o anjo de Deus fez e o aparecimento das legiões que o acompanhavam nos permitem refletir um pouco sobre esse momento de sublimidade, que a cada ano vemos repetir-se, sem, contudo alterar nossas vidas.
Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra e boa vontade para com os homens, nos disse o Emissário Celeste, conduzindo os pastores, que guardavam seus rebanhos durante a noite, a buscarem a luz da estrela que ficaria brilhando para sempre em nossos corações.


Na verdade, louvamos ao Pai nas Alturas Celestes por nos ter enviado o Messias, o Cristo. Mas, também é verdade que, ainda hoje, não conseguimos entender seus ensinamentos e por essa razão a mensagem do anjo não se concretiza. Não temos ainda condição de, através de Jesus, estabelecer a paz na Terra porque não conseguimos ter boa vontade uns com os outros. Ou será que o anúncio da boa vontade a que o anjo se referiu é a boa vontade de Deus para com os homens ao nos enviar Jesus?

É importante refletirmos sobre isso para que não repitamos as palavras do anjo, apenas em cartões de Natal, que enviamos, às vezes, por simples obrigação, mas, sim, porque desejamos realmente compartilhar a alegria desse dia. É imprescindível verificarmos se no abraço que damos no companheiro, repetindo as palavras?Paz em seu lar? Muita paz em seu coração? Elas representam verdadeiramente, o sentimento fraterno de que desejo ao outro o que quero para mim. Ou se somente cumprimos um ritual social ao qual estamos acostumados.
É necessário repensarmos nossos sentimentos nesta ocasião porque Natal significa nascimento e nascimento quer dizer renovação recomeço ou, talvez, apenas começo. Começo de nova caminhada, de novos entendimentos, de nova compreensão do porquê estarmos aqui, de quais são nossas tarefas, de quais são nossas reais necessidades, de procurarmos descobrir com vontade firme e perseverança nossas capacidades interiores de sermos pessoas melhores, de aprendermos a ser mais tolerantes, mais misericordiosos, mais companheiros dos nossos companheiros de jornada, porque nunca caminhamos sozinhos.


De sermos também mais indulgentes com quem nos magoam mais generosos conosco ao pararmos de nos sentir culpados por termos escolhido caminhos tortuosos que ignorávamos não deveriam ser percorridos.

Desconhecíamos, antes, a Lei Divina de que tudo que fizermos aos outros, a nós retorna. Porém, hoje, mais conscientes dos nossos deveres morais para com nossos companheiros de caminhada evolutiva, já não cometemos tantos equívocos. Apesar de ainda termos dificuldades para perdoar, de não conseguirmos nos desprender de preconceitos, de ainda sermos intolerantes para com aqueles que não atendem nossos desejos, de ainda nos julgarmos mais importantes que os outros por razões que perante as Leis de Deus, não têm nenhuma importância, já somos capazes de pequenas renúncias em favor dos nossos filhos e de nossos entes amados.

Já nos permitimos não guardar rancores, apesar de ainda alojarmos mágoas em nossos corações, frutos de um sentimento de egoísmo que ainda é tão presente em nossas atitudes. Hoje, já somos capazes de não agirmos com violência física e às vezes até verbal diante de situações que, certamente, ontem, nos fariam cometer desatinos. Tudo isso nos mostra o quanto pudemos caminhar.

Algumas vezes dizemos: Mas, falta tanto! É verdade, mas também é bom olharmos o quanto já caminhamos. Basta voltarmos nossos olhos para trás e, voltando no tempo, percebermos as grandes mudanças na nossa maneira de conduzir a vida.

Natal significa nascimento, nosso nascimento a cada dia que amanhece.

Assim como a luz do Cristo brilhou para nós com sua vinda, a cada manhã a luz da renovação brilha em nossos corações nos convidando ao aperfeiçoamento e à iluminação.


E que renovação é essa a qual somos convidados a realizar cada dia? Que luz é essa que sentimos brilhar dentro de nós e que nos fortalece para que comecemos nossa jornada com ânimo e alegria?


A resposta a essas perguntas encontra dentro de nós próprios, na certeza de que somos amparados, de que apesar das dificuldades de cada dia, colheremos o fruto da nossa sementeira de lutas. Mas, para que isso aconteça, é preciso que tenhamos fé. Não aquela fé de quem hoje crê - porque tudo está bem e está relativamente feliz e em paz - e amanhã não crê porque a dificuldade lhe bate à porta, chamando-o para a luta redentora.

Estamos falando da fé de quem sabe que pela Bondade Divina temos Jesus ao nosso lado, nos sustentando através do Seu Evangelho de Luz e de Amor.

Sabemos que a Terra não é lugar só de alegrias, pois encontramos aflições e lágrimas por todos os cantos e, por causa disso, muitas vezes, um sentimento de pesar toma conta de nossos pensamentos, e nos deixamos envolver na atmosfera de iniqüidade que nos rodeia, pela violência sem sentido, pela falta de respeito com a vida. Todavia, quando esse sentimento se fizer sentir em nossos corações, lembremo-nos de Jesus. Lembremos que a cada um será dado conforme suas obras e que cabe a nós, a cada um de nós, a construção de um planeta melhor, com mais amor, com mais fraternidade e mais tolerância de uns para com os outros. Estaremos, certamente, espantando de nossas mentes essas imagens desequilibrantes que desarmonizam nossa alma e nos fazem valorizar o que precisa e deve ser combatido com fé e com amor, através de pensamentos construtivos no bem.

Cabe a nós nos lembrarmos sempre de que a paz na Terra a qual se referiu o Emissário de Deus, anunciando o nascimento de Jesus, não é a paz entre conflitos, mas a paz construída diariamente, incessantemente, dentro de nós, buscando a mansidão, a doçura e a meiguice nos nossos pensamentos, nos nossos atos e nas nossas palavras, como nos exemplificou o doce Rabino da Galileia.

A paz na Terra é a paz da bem-aventurança prometida por Jesus, em nome de Deus e que já está sendo vivida por aqueles que irradiam, ao seu redor, uma atmosfera de amor para com todos; daqueles que são capazes de praticar o bem sem nada pedirem em troca; daqueles que podem dizer, ao se prepararem para dormir: Obrigado Jesus por ter podido ser útil ao meu próximo neste dia.


A conquista da paz interior é exercício do amor verdadeiro em benefício dos outros e esse exercício não cansa o coração que ama. Muito pelo contrário, nos fortalece e nos anima para as lutas diárias, nos acalma e nos alegra mesmo diante de dificuldades, porque, acima de tudo, acreditamos na promessa de que somos os herdeiros do Reino dos Céus.


Herdeiros de um céu que já existe em nós quando compreendemos o porquê da vinda do Cordeiro de Deus entre nós; quando, atendendo ao chamado do Pai, buscamos a luz do Cristo através dos seus ensinamentos.

Natal significa nascimento de Jesus em nossos corações. Significa o nascimento da esperança, a cada dia, quando conseguimos compreender a semeadura de luzes que Jesus veio realizar em nós. E, quando nos dermos conta de que temos, ao despertar em cada manhã, infinitas possibilidades de trabalho para nossa elevação, e que, na realização delas, encontramos as sementes luminosas do Mestre clareando nossa caminhada, entenderemos o que significa comemorar o Natal, porque o estaremos realizando em nossos próprios corações.

Temos consciência de que é com bastante dificuldade que conseguimos nos manter, algumas vezes, ligado a essa luz. Mas também temos consciência de que nosso esforço para que isso aconteça mais de uma vez e para que esse tempo dure cada vez mais, é sempre recompensado pelas benesses divinas.

Cada movimento que fazemos para nos elevarmos acima dos sentimentos egoístas que ainda nos comandam a vida, nos aproxima do Mestre Jesus. Cada vez que abaixamos os olhos e conseguimos ver nosso irmão necessitado, principalmente em nossos lares, tendo a coragem de estender-lhe a mão, reerguendo-o para que caminhe ao nosso lado, estamos fazendo Jesus nascer dentro de nós.


Somos ainda Espíritos jovens no entendimento das coisas divinas. Sentimos Jesus tão distantes de nós e não o percebemos ao nosso lado, representado pelo cuidado que dispensamos ao nosso lar, pelo atendimento aos aflitos que nos cruzam o caminho, pela necessidade que sentimos de fazer o bem, pela paciência que temos com o colega de trabalho que se encontra aturdido, pela educação com que tratamos aqueles que nos servem, e tantas outras formas, que nem sabemos quantas.

E, justamente por não compreendermos bem onde está Jesus, ficamos aguardando, tanto no Natal como todos os dias, que o Divino Amigo venha nos abençoar e atender nossas rogativas. Ficamos esperando que Ele desça até nós atendendo aos nossos desejos, enquanto o Mestre querido, pacientemente, permanece aguardando que, através das luzes dos seus ensinamentos, subamos até ele.

Que possamos todos, principalmente neste Natal, renovar nossas disposições de atender ao chamamento de Jesus: Vinde a mim vós que estais aflitos que eu vos aliviarei.




Leda Maria Flaborea

(Publicado no Boletim GEAE Número 406 de 12 de dezembro de 2000)

Com esse texto maravilhoso desejo a todos um Natal de muita Luz E Paz.
Natal de 2010.
Vera Palma

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Me encantei com a trajetória de vida de Altino Pamphiro e coloquei um pouco dela em meu blog pois coisas boas devem ser divulgadas!!!!


Nascido em 24 de março de 1938, na cidade do Rio de Janeiro, os primeiros contatos de Altivo com o Espiritismo ocorreram no próprio local de trabalho, onde, em 1954, conheceu Brunilde Mendes e Vera Simões, esta hoje já desencarnada. Ambas costumeiramente conversavam, nos horários de intervalo, sobre Doutrina, assunto que passou a despertar o interesse do rapaz que, pouco depois, já lia as primeiras obras da Codificação. Sentindo o entusiasmo do jovem, Brunilde o convidou para participar do Culto do Evangelho do Lar que realizava em sua casa. Lá, pôde ver sua mediunidade aflorar, a mesma mediunidade que faria dele uma figura muito procurada pelos sofredores, na busca de consolo através de uma palavra amiga.
O espírito para o trabalho em prol da Doutrina se revelava na mesma proporção da sua diversificada mediunidade, que incluía faculdades como psicografia, psicofonia, vidência, audiência e cura. E como não era de recusar tarefas, participou com as amigas Brunilde e Vera de iniciativas que resultaram na fundação do Lar de Tereza, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Depois, mobilizou suas energias para a fundação do Centro Espírita Léon Denis (Celd), que há mais de 40 anos funciona em Bento Ribeiro, sendo instituição das mais conhecidas e procuradas da Zona Norte da cidade, por ser referência no estudo e prática dos princípios espíritas, inclusive no campo social, atendendo centenas de pessoas carentes todos os meses.
Ao Celd, dedicava praticamente todas as suas horas, atuando na parte mediúnica e dando aulas sobre "O Livro dos Espíritos" e as obras de André Luiz. Também dedicava-se com o mesmo penhor às Edições Celd, voltadas, principalmente, a publicar traduções de Kardec, Léon Denis e das obras de autores como Gabriel Delanne e Ernesto Bozzano, além de oferecer oportunidade à nova safra de escritores cujo trabalho prima pela boa qualidade doutrinária.
"A ausência do companheiro de trabalho é sentida com carinho por todos nós do Celd e por aqueles que o conheceram como trabalhador e amigo amoroso de todos os momentos. Fossem eles felizes ou difíceis, sempre tinha uma palavra de entusiasmo e de amizade para com todos" - conta a coordenadora da gráfica e da editora da instituição, Maria Regina de Oliveira, que desde 1983 trabalhava com Altivo.
A rotina de Altivo começou a mudar em 2004 por causa de um câncer linfático e da quimioterapia a que teve de ser submetido. Recuperado, voltou às lides, mas um ano e meio depois apareceu a leucemia, que quando descoberta, já estava em processo bem adiantado, levando-o à desencarnação. O corpo de Altivo Carissimi Pamphiro foi enterrado no dia 18 de fevereiro, às 16 horas, no Cemitério de Inhaúma, onde compareceram milhares de pessoas, numa movimentação somente vista no sepultamento de personalidades públicas. Mais uma comprovação do apreço que Altivo - que um dia contou com a mobilização dos colegas de trabalho para permanecer numa empresa - conquistou também junto ao movimento espírita, do qual sempre se mostrou fiel trabalhador, como atesta sua amiga de tantos anos Brunilde, do Lar de Tereza: "Ele foi uma referência para nós.
.Por Antonio Lucena

Foi um espírito de muita Luz que deve servir de exemplo para todos nós.Colocarei uma palestra dele que fala sobre o Natal na visão espírita.
Vera Freire Palma


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

ALGO MAIS NO NATAL!!!

Nascido em 24 de março de 1938, na cidade do Rio de Janeiro, os primeiros contatos de Altivo com o Espiritismo ocorreram no próprio local de trabalho, onde, em 1954, conheceu Brunilde Mendes e Vera Simões, esta hoje já desencarnada. Ambas costumeiramente conversavam, nos horários de intervalo, sobre Doutrina, assunto que passou a despertar o interesse do rapaz que, pouco depois, já lia as primeiras obras da Codificação. Sentindo o entusiasmo do jovem, Brunilde o convidou para participar do Culto do Evangelho do Lar que realizava em sua casa. Lá, pôde ver sua mediunidade aflorar, a mesma mediunidade que faria dele uma figura muito procurada pelos sofredores, na busca de consolo através de uma palavra amiga.
O espírito para o trabalho em prol da Doutrina se revelava na mesma proporção da sua diversificada mediunidade, que incluía faculdades como psicografia, psicofonia, vidência, audiência e cura. E como não era de recusar tarefas, participou com as amigas Brunilde e Vera de iniciativas que resultaram na fundação do Lar de Tereza, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Depois, mobilizou suas energias para a fundação do Centro Espírita Léon Denis (Celd), que há mais de 40 anos funciona em Bento Ribeiro, sendo instituição das mais conhecidas e procuradas da Zona Norte da cidade, por ser referência no estudo e prática dos princípios espíritas, inclusive no campo social, atendendo centenas de pessoas carentes todos os meses.
Ao Celd, dedicava praticamente todas as suas horas, atuando na parte mediúnica e dando aulas sobre "O Livro dos Espíritos" e as obras de André Luiz. Também dedicava-se com o mesmo penhor às Edições Celd, voltadas, principalmente, a publicar traduções de Kardec, Léon Denis e das obras de autores como Gabriel Delanne e Ernesto Bozzano, além de oferecer oportunidade à nova safra de escritores cujo trabalho prima pela boa qualidade doutrinária.
"A ausência do companheiro de trabalho é sentida com carinho por todos nós do Celd e por aqueles que o conheceram como trabalhador e amigo amoroso de todos os momentos. Fossem eles felizes ou difíceis, sempre tinha uma palavra de entusiasmo e de amizade para com todos" - conta a coordenadora da gráfica e da editora da instituição, Maria Regina de Oliveira, que desde 1983 trabalhava com Altivo.
A rotina de Altivo começou a mudar em 2004 por causa de um câncer linfático e da quimioterapia a que teve de ser submetido. Recuperado, voltou às lides, mas um ano e meio depois apareceu a leucemia, que quando descoberta, já estava em processo bem adiantado, levando-o à desencarnação. O corpo de Altivo Carissimi Pamphiro foi enterrado no dia 18 de fevereiro, às 16 horas, no Cemitério de Inhaúma, onde compareceram milhares de pessoas, numa movimentação somente vista no sepultamento de personalidades públicas. Mais uma comprovação do apreço que Altivo - que um dia contou com a mobilização dos colegas de trabalho para permanecer numa empresa - conquistou também junto ao movimento espírita, do qual sempre se mostrou fiel trabalhador, como atesta sua amiga de tantos anos Brunilde, do Lar de Tereza: "Ele foi uma referência para nós.
.Por Antonio Lucena

Foi um espírito de muita Luz que deve servir de exemplo para todos nós.Colocarei uma palestra dele que fala sobre o Natal na visão espírita.
Vera Freire Palma


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

PRÁTICAS LÚDICAS E O CONTEXTO PEDAGÓGICO.

Imaginem nossas vidas sem a existência do prazer, atividades de trabalho ou de lazer sem alegria, conversas que efetivamos com colegas, esposos (as), filhos... Com rostos fechados, onde o sorriso é prática proibitiva. Viveríamos muito próximo do mal do século – a depressão.
Por este motivo o aspecto afetivo contido na atividade lúdica é relevante, tanto no fator cognitivo, quanto nas relações sociais, familiares e escolares, que muitas vezes são inadequadas. A afetividade desenvolvida por meio da prática lúdica auxilia no bom convívio em casa e na sala de aula.
Ao educador cabe a necessidade de saber que “Aprender é profundamente competência de desenhar o destino próprio, de inventar um sujeito crítico e criativo, dentro das circunstâncias dadas e sempre com sentido solidário.” (DEMO, 2000, p. 10).
As práticas do jogo e da brincadeira, de forma lúdica, é a retomada do auto-conhecimento. Da valoração do que sou ou do que somos. Do retorno as nossas primeiras experiências enquanto criança. A atividade lúdica, portanto, é a busca pela sustentabilidade do pedagógico.
[...] Convém que os professores que orientam seus pequenos alunos atentem para o fato de que descaracterizar a importância pedagógica do brinquedo na escola é negar a própria criança; é, talvez, violentá-la naquilo que ela tem de mais precioso. (FREIRE, 1989,)
O lúdico conquistou espaço nas unidades escolares e em especial na sala de aula, e de fato é uma necessidade, pois é neste ambiente que pessoas se encontram e a partir destes muitos conhecimentos vão sendo oportunizados. A vida e as experiências de cada um com o seu espaço, os sentimentos, as crenças, sonhos e a afetividade são compartilhados.
O brincar para nosso aluno é algo que está na sua essência, que este traz consigo do ventre materno, onde brinca com seu corpo, faz movimentos e começa a construir sua habilidade, em todos os sentidos.
Deparamos-nos com profissionais que declaram não poder oferecer uma prática diferenciada pelas limitações oferecidas pela escola, sejam elas materiais, físicas ou financeiras. Não na íntegra, mas penso ser uma desculpa a falta também de iniciativa dos profissionais da unidade escolar.
Deste modo, o professor e toda equipe de trabalho devem oportunizar-se a busca por soluções. Estas podem ser conquistadas a curto, médio e a longo prazo. O que podemos ter clareza é de que nós podemos fazer a diferença na educação, atuando e utilizando em nossa metodologia a prática voltada a aprendizagem significativa sim, sempre com prazer.

CURY, Augusto. Pais brilhantes e professores fascinantes. 9. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.
FREIRE, João Batista. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. Série pensamento e ação no magistério. São Paulo: Scipione, 1989.
DEMO, Pedro. Conhecer e aprender: sabedoria dos limites e desafios. Porto Alegre: Artmed, 2000.

domingo, 5 de dezembro de 2010

:.Vida e Obra de Monteiro Lobato.




Monteiro Lobato o estudante.

José Bento Monteiro Lobato estreou no mundo das letras com pequenos contos para os jornais estudantis dos colégios Kennedy e Paulista, que freqüentou em Taubaté, cidade do Vale do Paraíba onde nasceu, em 18 de abril de 1882.No curso de Direito da Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo, dividiu-se entre suas principais paixões: escrever e desenhar. Colaborou em publicações dos alunos, vencendo um concurso literário promovido em 1904 pelo Centro Acadêmico XI de Agosto.
 Nessa fase de sua formação, Lobato realizou as leituras básicas e entrou em contato com a obra do filósofo alemão Nietzsche, cujo pensamento o guiaria vida afora.
Diploma nas mãos, Lobato voltou a Taubaté. E de lá prosseguiu enviando artigos para um jornal de Caçapava, O Combatente. 
Nomeado promotor público, casou-se com Purezinha e começou a traduzir artigos do Weekly Times para O Estado de S. Paulo. Fez ilustrações e caricaturas para a revista carioca Fon-Fon! e colaborou no jornal Gazeta de Notícias, também do Rio de Janeiro, assim como na Tribuna de Santos.
A morte súbita do avô determinou uma reviravolta na vida de Monteiro Lobato, que herdou a Fazenda do Buquira, para a qual se transferiu com a família. Localizada na Serra da Mantiqueira, tentou transformá-la num negócio rendoso, investindo em projetos agrícolas audaciosos.
Mas não se afastou da literatura. Observando com interesse o mundo da roça, logo escreveu artigo, para O Estado de S. Paulo, denunciando as queimadas no Vale do Paraíba. Intitulado “Uma velha praga”, teve grande repercussão quando saiu, em novembro de 1914. Um mês depois, redigiu Urupês, no mesmo jornal, criando o Jeca Tatu, seu personagem-símbolo. Preguiçoso e adepto da "lei do menor esforço", Jeca era completamente diferente dos caipiras e indígenas idealizados pelos romancistas como, por exemplo, José de Alencar. Esses dois artigos seriam reproduzidos em diversos jornais, gerando polêmica de norte a sul do país. 
Não demorou muito e Lobato, cansado da monotonia do campo, acabou vendendo a fazenda e instalando-se na capital paulista.
Com o dinheiro da venda da fazenda, Lobato virou definitivamente um escritor-jornalista. Colaborou, nesse período, em publicações como Vida Moderna, O Queixoso, Parafuso, A Cigarra, O Pirralho e continuou em O Estado de S. Paulo. Mas foi a linha nacionalista da Revista do Brasil, lançada em janeiro de 1916, comprou-a em junho de 1918 com o que recebera pela Buquira.
Monteiro Lobato o Editor
A revista prosperou e ele formou uma empresa editorial que continuou aberta aos novatos. Lançou, inclusive, obras de artistas modernistas, Os Condenados, de Oswald de Andrade.
O empreendimento cresceu e foi seguidamente reestruturado para acompanhar a velocidade dos negócios, impulsionada ainda mais por uma agressiva política de distribuição que contava com vendedores autônomos e com vasta rede de distribuidores espalhados pelo país. Novidade e tanto para a época, e que resultou em altas tiragens. Lobato acabaria entregando a direção da Revista do Brasil a Paulo Prado e Sérgio Milliet, para dedicar-se à editora em tempo integral. E, para poder atender às crescentes demandas, importou mais máquinas dos Estados Unidos e da Europa, que iriam incrementar seu parque gráfico. Mergulhado em livros e mais livros, Lobato não conseguia parar.
O autor infantil
Escreveu, nesse período, sua primeira história infantil, A menina do narizinho arrebitado. Com capa e desenhos de Voltolino, famoso ilustrador da época, o livrinho, lançado no Natal de 1920, fez o maior sucesso. Dali nasceram outros episódios, tendo sempre como personagens Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Tia Anastácia e, é claro, Emília, a boneca mais esperta do planeta. Insatisfeito com as traduções de livros europeus para crianças, ele criou aventuras com figuras bem brasileiras, recuperando costumes da roça e lendas do folclore nacional. E fez mais: misturou todos eles com elementos da literatura universal, da mitologia grega, dos quadrinhos e do cinema. No Sítio do Picapau Amarelo, Peter Pan brinca com o Gato Félix, enquanto o saci ensina truques a Chapeuzinho Vermelho no país das maravilhas de Alice. Mas Monteiro Lobato também fez questão de transmitir conhecimento e idéias em livros que falam de história, geografia e matemática, tornando-se pioneiro na literatura paradidática - aquela em que se aprende brincando.
Crise e falência de Lobato
Decretada a falência da Companhia Gráfico-Editora Monteiro Lobato, o escritor mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde permaneceu por dois anos, até 1927. Já um fã declarado de Henry Ford, publicou sobre ele uma série de matérias entusiasmadas em O Jornal. Depois passou para A Manhã, de Mario Rodrigues. Além de escrever sobre variados assuntos, em A Manhã lançou O Choque das Raças, folhetim que causou furor na imprensa carioca, logo depois transformado em livro. Do Rio Lobato colaborou também com jornais de outros estados, como o Diário de São Paulo, para o qual em 20 de março de 1926 enviou "O nosso dualismo", analisando com distanciamento crítico o movimento modernista inaugurado com a Semana de 22. O artigo foi refutado por Mário de Andrade com o texto "Post-Scriptum Pachola", no qual anunciava sua morte.
Logo em 1927, Lobato assumiu o posto de adido comercial em Nova Iorque e partiu para os Estados Unidos, deixando a Companhia Editora Nacional sob o comando de seu sócio, Octalles Marcondes Ferreira. Durante quatro anos, acompanhou de perto as inovações tecnológicas da nação mais desenvolvida do planeta e fez de tudo para, de lá, tentar alavancar o progresso da sua terra. Não mediu esforços para transformar o Brasil num país tão moderno e próspero como a América em que vivia.
Personalidade de múltiplos interesses, Lobato esteve presente nos momentos marcantes da história do Brasil. Empenhou seu prestígio e participou de campanhas para colocar o país nos trilhos da modernidade. Por causa da Revolução de 30, que exonerou funcionários do governo Washington Luís, ele estava de volta a São Paulo com grandes projetos na cabeça.
Mas as idéias e os empreendimentos de Lobato acabaram por ferir altos interesses, especialmente de empresas estrangeiras. Como ele não tinha medo de enfrentar adversários poderosos, acabaria na cadeia. Sua prisão foi decretada em março de 1941, pelo Tribunal de Segurança Nacional (TSN). Mas nem assim Lobato se emendou. Prosseguiu a cruzada pelo petróleo e ainda denunciou as torturas e maus-tratos praticados pela polícia do Estado Novo. Do lado de fora, uma campanha de intelectuais e amigos conseguiu que Getúlio Vargas o libertasse, por indulto, após três meses em cárcere. A perseguição, no entanto continuou. Se não podiam deixá-lo na cadeia, cerceariam suas idéias. Em junho de 1941, um ofício do TSN pediu ao chefe de polícia de São Paulo a imediata apreensão e destruição de todos os exemplares de Peter Pan, adaptado por Lobato, à venda no Estado. Centenas de volumes foram recolhidos em diversas livrarias, e muitos deles chegaram a ser queimados.
Últimos momentos de vida de Monteiro lobato
Lobato estava em liberdade, mas enfrentava uma das fases mais difíceis de sua vida. Perdeu Edgar, o filho mais velho, presenciou o processo de liquidação das companhias que fundou e, o que foi pior, sofreu com a censura e atmosfera asfixiante da ditadura de Getúlio Vargas. 
Aproximou-se dos comunistas e saudou seu líder, Luís Carlos Prestes, em grande comício realizado no Estádio do Pacaembu em julho de 1945. Partiu para a Argentina, após associar-se à editora Brasiliense e lançar suas Obras Completas, com mais de 10 mil páginas em trinta volumes das séries adulta e infantil. Regressou de Buenos Aires em maio de 1947, para encontrar o país às voltas com os desmandos do governo Dutra. Indignado, escreveu Zé Brasil. Nele, o velho Jeca Tatu, preguiçoso incorrigível, que Lobato depois descobriu vítima da miséria, vira um trabalhador rural sem terra. Se antes o caipira lobatiano lutava contra doenças endêmicas, agora tinha no latifúndio e na distribuição injusta da propriedade rural seu pior inimigo. Os personagens prosseguiam na luta, mas seu criador já estava cansado de tantas batalhas. Monteiro Lobato sofreu dois espasmos cerebrais e, no dia 4 de julho de 1948, virou “gás inteligente” - o modo como costumava definir a morte. Foi-se aos 66 anos de idade, deixando imensa obra para crianças, jovens e adultos, e o exemplo de quem passou a existência sob a marca do inconformismo.

Principais obras de Monteiro Lobato

Literatura Infanto-Juvenil:
· Reinações de Narizinho
· Viagem ao céu e O Saci
· Caçadas de Pedrinho e Hans Staden
· História do mundo para as crianças
· Memórias da Emília e Peter Pan
· Emília no país da gramática e Aritmética da Emília
· Geografia de Dona Benta
· Serões de Dona Benta e História das invenções
· D. Quixote das crianças
· O poço do Visconde
· Histórias de tia Nastácia
· O Picapau Amarelo e A reforma da natureza
· O Minotauro
· A chave do tamanho
· Fábulas
· Os doze trabalhos de Hércules (1º tomo) e (2º tomo)

Literatura Geral:
· Urupês
· Cidades mortas
· Negrinha
· Idéias de Jeca Tatu
· A onda verde e O presidente negro
· Na antevéspera
· O escândalo do petróleo e Ferro
· Mr. Slang e o Brasil e Problema vital
· América
· Mundo da lua e Miscelânea
· A barca de Gleyre (1º tomo)
· A barca de Gleyre (2º tomo)
· Prefácios e entrevistas
Outros Títulos:
O Saci-Pererê: resultado de um inquérito
(sem indicação de autor). São Paulo, Seção de Obras de O Estado de S. Paulo, 1918.
A menina do narizinho arrebitado.
(1920) Edição fac-similar. São Paulo, Metal Leve, 1982.
La nueva Argentina
(sob pseudônimo de Miguel P. Garcia). Buenos Aires, Editorial Acteon, 1947.
Zé Brasil.
s.l., Ed. Vitória, 1947; Calvino Filho, ilustrado por Portinari, 1948.
Georgismo e comunismo – O imposto único.
São Paulo, Brasiliense, 1948.

Minha adimiração pelas obras de Monteriro Lobato é pela simplicidade de linguagem, na qual a literatura deve ser uma fonte repleta de sensações, emoções, imaginações que tocam a criança a fazendo viajar e sonhar, cumprindo o verdadeiro papel da Literatura.

Vera Freire Palma.










sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Um final de semana maravilhoso a todos com muito perfume de rosas.

Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo eu sabendo que as rosas não falam.

Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre.

Que eu não perca a vontade de VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa...

Que eu não perca a vontade de ter grandes AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas...

Que eu não perca a vontade de AJUDAR as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda.

Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia.

Que eu não perca a VONTADE de amar, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim...

Que eu não perca a LUZ e o BRILHO no olhar, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos...

Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos.

Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.

Que eu não perca o sentimento de JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu.

Que eu não perca o meu forte ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...

Que eu não perca a BELEZA e a ALEGRIA de ver, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...

Que eu não perca o AMOR por minha família, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia.

Que eu não perca a vontade de doar este enorme AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado.

Que eu não perca a vontade de ser GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno... E acima de tudo...

Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente, que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois.... a vida é construída nos sonhos e concretizada no amor!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O Desenvolvimento e a Educação da Criatividade : Papel da Sociedade, da Família e da Escola


Criatividade é uma habilidade, cada pessoa a possui num grau diferente, cada pessoa a trata de um modo diferente. 
Mas todos podem praticar esta habilidade, melhorar e desenvolver nossas habilidades criativas.
Muitos pesquisadores descrevem o processo criativo e suas diversas fases, na verdade cada pessoa possui o seu processo criativo, um senso comum entre quatro passos básicos: explorar o que você tem e o que você quer enquanto fica aberto a perspectivas diferentes; idéias que vagam além do óbvio e ordinário; escolher uma idéia ou uma combinação de idéias que asseguram algum resultado; implementar, testar e avaliar algumas dessas idéias.
Curiosidade, flexibilidade e imaginação são os pré-requisitos da mente criativa. São esses os elementos que desafiam velhas suposições, e que permitem ver as coisas de pontos de vista diferentes.
Vivemos um momento em que, mais do que nunca, necessitamos fazer uso de nosso potencial criador. As soluções que antes tínhamos para inúmeros problemas se mostram hoje inadequadas. Em termos da sociedade brasileira, convivemos hoje com a violência urbana, com o problema do menor abandonado, com tensões sociais, com o desemprego e com uma pobreza crônica de grande parte da população. Tais problemas implicam que soluções mais adequadas sejam propostas, a fim de que possamos ultrapassar as dificuldades que ora enfrentamos.
Naturalmente, estes são problemas complexos, cuja solução não se encontra nas mãos dos Educadores. Entretanto, na medida em que a escola contribuir para formar no aluno o pensamento crítico e criador e se preocupar não apenas com a capacidade do aluno de reproduzir informações mas também de produzir conhecimento, ela estará dando sua parcela de contribuição para que ultrapassemos alguns dos problemas com os quais convivemos no momento e para que nos habilitemos a enfrentar, de forma mais adequada, problemas futuros.
Em termos de educação e ensino, pode-se constatar um interesse e um esforço especialmente em alguns países em favorecer o desenvolvimento das diversas facetas do intelecto do aluno e de sua criatividade.
A criatividade, como a personalidade, desenvolve-se em virtude das múltiplas interações em que o indivíduo está imerso. O sistema atividade-comunicação, em que o indivíduo evolui como sujeito psicológico, constitui a via para o desenvolvimento de suas potencialidades e para o surgimento e a estruturação de novos processos.
Os sistemas de atividade-comunicação nos quais o indivíduo está imerso são múltiplos e, as vezes, até contraditórios entre si.
Em particular, os meios de difusão têm uma profunda influência no desenvolvimento da criatividade humana ou na assunção de uma postura passivo-reprodutiva de valores que são impostos externamente.
O papel da família – Foram realizadas valiosas pesquisas que procuraram estabelecer o papel da família no desenvolvimento da criatividade. Existe um critério bastante generalizado de que a infância é o repositório das maiores potencialidades criativas do indivíduo, as quais, na maioria dos casos, longe de se desenvolver, são inibidas no decorrer da vida. Contudo, os trabalhos sobre as características dos pais de crianças criativas e de crianças não-criativas, e sobre padrões de criação de ambos, mostram elementos interessantes de como o sistema atividade-comunicação pode, no contexto familiar, favorecer o desenvolvimento da criatividade.
Na área do desenvolvimento e da educação da criatividade, logicamente o ponto em que se centrou a atenção e que gerou um maior número de trabalhos de pesquisa e de prática interventiva é constituído, precisamente pelo papel da escola.
Os diferentes sistemas educativos, salvo poucas experiências, são projetadas para que o aluno adquira conhecimentos, hábitos e habilidades, não para desenvolver integralmente a personalidade, nem para formar indivíduos criativos. Esta situação, nada estimulante, não limitou, contudo, o entusiasmo e a dedicação de muitos pesquisadores empenhados em caracterizar quais são os elementos que na escola favorecem ou podem favorecer o desenvolvimento da criatividade.
Existem trabalhos muito interessantes que buscam uma compreensão mais profunda das características de alunos e professores criativos, orientados para a definição dos indicadores que podem prognosticar a criatividade no processo docente, assim como para determinação dos elementos a serem levados em conta no diagnóstico do potencial criativo dos alunos. Há também muitos estudos que tentam caracterizar os métodos de ensino e de outros elementos do processo de ensino - aprendizagem favorecedora do desenvolvimento da criatividade.
A confecção de um modelo estimulador da criatividade que integre a família e a escola de nenhuma maneira exclui o papel ativo que o sujeito deve desempenhar no próprio desenvolvimento desta capacidade. Em tal sentido o sujeito é envolvido, não só na luta pelo avanço da criatividade, condição essa muito freqüente na orientação reprodutiva da escola tradicional.
Para que a criatividade possa ser cultivada no ensino é necessário, pois, que nos cursos de formação do professor haja uma preocupação não só com conhecimentos específicos de sua área e de pedagogia mas também com a criatividade e como promovê-la em sala de aula.
Criatividade, Personalidade e Educação - Albertina MITJÁNS
Criatividade - ALENCAR, E. M. L. S