Sugestões de Projetos e atividades para Educação Infantil.

Textos e artigos relacionados à Educação.

Trabalhos em artesanato como: Tricô pintura em tecido e tela.


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terça-feira, 30 de novembro de 2010

A importância do orientador educacional,e do supervisor escolar.


Uma grande transformação atravessa a sociedade com conseqüências profundas para todos os níveis da realidade social, econômica e educacional. Novos tempos. Novos desafios. Novo paradigma científico e, com ele, a necessidade de mudança e de transformação. Esse aceleradíssimo processo exige constantes adaptações e readaptações, para as quais nem sempre se está preparado.
Ao tentar compreender esse mundo em mudança, a escola, como organização social, se conscientiza do sentido das modificações sofridas pela sociedade – as quais interferem diretamente no trabalho do professor, em sala de aula, e dos coordenadores do processo didático-pedagógico: supervisores e orientadores educacionais.
Refletir sobre a ação do orientador e do supervisor educacional, ou seja, sobre o exercício de modelos de gestão de orientação e supervisão educativa, é visualizar um profissional comprometido com processos de aprendizagem, estimuladores da construção de conhecimentos e das competências necessárias para pensar e agir com horizontes mais amplos. Funções de planejamento, organização e reflexão fazem parte de suas competências e para elas busca inovações que lhe permitam, partindo do recriar/recriar sua prática.
Na gestão desses educadores, os projetos educativos e a organização do trabalho escolar evidenciam-se como temas a serem aprofundados. Sem desmerecer nenhum desses pontos, é relevante voltar o olhar para a sala de aula e para o trabalho do professor. Na interação com este profissional e no espaço da sala de aula, a supervisão escolar e a orientação educacional encontrarão o caminho para deixarem de ser estáticas tradicionais e tornarem-se inovadoras e transformadoras.
A figura do supervisor e, também, do orientador educacional, surgiram como representantes educacionais do sistema ditatorial que se impunha. Eles assumem, numa ação coordenada, o reverso daquilo que se pretendia que fossem. O supervisor, de mero controlador, passa a ser o articulador do conhecimento veiculado na escola.
O processo de transformação, não somente relacionado à formação do supervisor ou do orientador necessitou mudar, principalmente, sua mentalidade e sua linha de atuação. Neste trabalho, a proposta os supervisores e docentes precisam ter iniciativa, planejar coletivamente a criação e seleção de novos conteúdos coerentes com o contexto de vida dos alunos. O supervisor é, pois aquele profissional que serve de apoio, para a ação dos professores.
Uma grande transformação atravessa a sociedade com conseqüências profundas para todos os níveis da realidade social, econômica e educacional. Novos tempos. Novos desafios. Novo paradigma científico e, com ele, a necessidade de mudança e de transformação. Esse aceleradíssimo processo exige constantes adaptações e readaptações, para as quais nem sempre se está preparado.
Ao tentar compreender esse mundo em mudança, a escola, como organização social, se conscientiza do sentido das modificações sofridas pela sociedade – as quais interferem diretamente no trabalho do professor, em sala de aula, e dos coordenadores do processo didático-pedagógico: supervisores e orientadores educacionais.
Refletir sobre a ação do orientador e do supervisor educacional, ou seja, sobre o exercício de modelos de gestão de orientação e supervisão educativa, é visualizar um profissional comprometido com processos de aprendizagem, estimuladores da construção de conhecimentos e das competências necessárias para pensar e agir com horizontes mais amplos. Funções de planejamento, organização e reflexão fazem parte de suas competências e para elas busca inovações que lhe permitam, partindo do recriar/recriar sua prática.
Na gestão desses educadores, os projetos educativos e a organização do trabalho escolar evidenciam-se como temas a serem aprofundados. Sem desmerecer nenhum desses pontos, é relevante voltar o olhar para a sala de aula e para o trabalho do professor. Na interação com este profissional e no espaço da sala de aula, a supervisão escolar e a orientação educacional encontrarão o caminho para deixarem de ser estáticas tradicionais e tornarem-se inovadoras e transformadoras.
A figura do supervisor e, também, do orientador educacional, surgiram como representantes educacionais do sistema ditatorial que se impunha. Eles assumem, numa ação coordenada, o reverso daquilo que se pretendia que fossem. O supervisor, de mero controlador, passa a ser o articulador do conhecimento veiculado na escola.
O processo de transformação, não somente relacionado à formação do supervisor ou do orientador necessitou mudar, principalmente, sua mentalidade e sua linha de atuação. Neste trabalho, a proposta os supervisores e docentes precisam ter iniciativa, planejar coletivamente a criação e seleção de novos conteúdos coerentes com o contexto de vida dos alunos. O supervisor é, pois aquele profissional que serve de apoio, para a ação dos professores.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas a outros escritos. São Paulo: UNESP, 2000.
GADOTTI, Moacir.(1988). Educação e poder: Introdução à pedagogia do conflito. São Paulo: Cortez

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O Planeta terra pede socorro.Resolvi escrever sobre o tema, pois venho presenciando inúmeros desrespeitos que o homem está tendo com a Natureza.


Todos os seres e coisas estão intimamente ligados e devemos acionar todos os meios possíveis para essa mudança cultural, inclusive contando com as instituições espíritas.

Torna-se, cada vez mais, indispensável um processo de conscientização geral quanto a essa situação do planeta. Essa conscientização passa pela reeducação geral das pessoas no que se refere à sua relação com a terra que nos provê os recursos para a sobrevivência material e para evolução espiritual. Quando falamos de educação não nos referimos exclusivamente à educação formal. Essa reeducação para uma vida saudável, em equilíbrio com o meio em que vivemos, deve ir mais além, para a ecologia humana, que nos propõe uma vida mais feliz na relação do nosso ambiente interno com o ambiente externo.

O convívio escolar é um fator determinante para a aprendizagem de valores e atitudes, por considerar a escola como um dos ambientes mais imediatos do aluno, a compreensão das questões ambientais e as atitudes em relação a elas se darão a partir do cotidiano de vida escolar de cada criança.

A natureza não é fonte inesgotável de recursos, suas reservas são finitas e devem ser utilizadas de maneira racional, evitando o desperdício e considerando a reciclagem como processo vital;

As demais espécies que existem no planeta merecem nosso respeito. Além disso, a manutenção da biodiversidade é fundamental para a nossa sobrevivência;

É necessário planejar o uso e ocupação do solo nas áreas urbanas e rurais, considerando que é necessário ter condições dignas de moradia, trabalho, transporte e lazer, áreas destinadas à produção de alimentos e proteção dos recursos naturais.

Ensinar sobre o meio ambiente é muito mais que transmitir teorias, dados, conceitos e técnicas são transformar tudo isso em conhecimento vivo e vivenciável. Não é tocar a consciência do individuo para a importância de preservar o meio ambiente, mas é transformá-lo em um sujeito que reflete, preserva e por sua vez transforma, porque ele se sente parte integrante e indissociável do meio, é isto que faz a diferença.

A escola é o espaço social e o local onde o aluno dará seqüência ao seu processo de socialização. O que nela se faz se diz e se valoriza representa um exemplo daquilo que a sociedade deseja e aprova. Comportamentos ambientalmente corretos devem ser aprendidos na prática, no cotidiano da vida escolar, contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis.

Refletir sobre a vida no Planeta Terra nos aspectos de conservação e/ou preservação, relacionando-os ao conhecimento que a doutrina espírita oferece no sentido da conscientização sobre a questão ambiental.

Véra Palma

domingo, 28 de novembro de 2010

A todos os amigos muita Paz e Luz!!!!!!Uma ótima semana!

Surge a Era Nova.

O sol da esperança desbasta as trevas da ignorância.

Pequenos grupos de servidores verdadeiros do Evangelho, no silêncio da renúncia, estão levantando os pilotis sobre os quais será erguida a Era Nova.

Sem alarde, em luta ingente, esses corações convidados constituem segurança para o mundo melhor de amanhã.

Não obstante o vendaval, as ameaças do desequilíbrio e o predomínio aparente das forças da violência, o bem, corno fluido de libertação, penetra todo o organismo terrestre preparando o mundo novo.

Não engrossam as fileiras dos desanimados, nem aplaudem a insensatez dos perversos ou apóiam a estultícia dos vitoriosos da ilusão.

Quem aprendeu a confiar em Jesus põe as suas raízes na verdade. São minoria, não, porém, grupo ao abandono.

Todos os grandes ideais da humanidade surgem em pequeninos núcleos, que se alargam em gerações após gerações. O Cristianismo restaurado, por sua vez, é a doutrina do amanhã, no enfoque espírita, porque, enquanto a mensagem de Jesus teve de destruir as bases do paganismo para erguer o santuário do amor, o Espiritismo deve apenas erigir, sobre o Cristianismo, o templo luminoso da caridade.

Chamados para este ministério, não duvidam, alegrando-se por ter seus nomes inscritos, como diz o Evangelho, no livro do reino dos céus e serem conhecidos do Senhor.

Nossa Casa tem ação. É hoje reduto festivo, santuário que alberga Espíritos mensageiros da luz, oficina onde se trabalha escola de educação e hospital de recuperação de vidas.

Com outros Obreiros aqui temos estado, mantendo a chama da verdade acesa - como ocorria com os antigos faróis com a flama ardente, apontando a entrada dos portos e mais tarde dando notícias dos recifes e perigos do mar.

Filhos da alma, nunca desistam de fazer o bem, face ao aparente triunfo do mal em desgoverno, em torno de suas vidas.

Passada a tempestade, a luz volta a fulgir.

A sombra é somente ausência da claridade. Não é real.

Só Deus é Vida; somente o Bem é meta.

Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Momentos Enriquecedores.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Salvador, BA: LEAL, 1994.



sábado, 13 de novembro de 2010

Os homens Públicos e o caráter Nacional.

O caráter faz com que o homem alcance o verdadeiro sentido da vida, compreendendo que o luxo, a riqueza material, a vaidade, a inveja, o ódio, a corrupção e o vício, guardam estreita relação entre si.

A covardia moral se manifesta através do homem fraco, debilitando-lhe o trabalho. Os desonestos, os bajuladores, os falsos, os mentirosos, procuram o poder - seja ele qual for -, para alcançar satisfação própria. Não contentes em bajular os ricos, agora voltam-se para adular os pobres, procurando alcançar, por todos os meios, fins estritamente pessoais, desconsiderando a construção social e a dignidade humana.

O povo, transformado em massa de manobra, crê que exerce o poder político, porém, não faz juízo crítico de que, simplesmente, segue condutores sem escrúpulos.

Os políticos, completamente sem prontidão, descaracterizados pelos desvios de comportamento, governados pelo medo de perder o poder, passaram a acariciar a incompetência e a promover-lhe elogios.

Mesmo sabendo que corrompem o caráter nacional, fingem ouvir as aspirações do povo, fazendo-lhe discursos para agradar.

O fim é sempre obter favores. Preferem mostrar-se injustos, sem princípios, a serem impopulares. São heróis medíocres.

O homem de caráter mantém o domínio de sua vontade em tudo o que faz, procurando educar pelo exemplo. Tentando ser justo, é resoluto e magnânimo. Sabe que liberdade é a conquista de todos. Exerce a autoridade sem autoritarismo, tendo consciência de que somente se constrói a nação pelo trabalho digno e diário de cada cidadão.

Conclamo os homens decentes, cônscios de suas responsabilidades, a vencer o desânimo. E que moralizem toda a sua força, seu valor, seu conhecimento, sua certeza de que o bem vence o mal, para nadarem contra a corrente – pois quem flutua sem reagir é peixe morto.

A consciência da dignidade humana não permite condescendência servil em troca de popularidade. É lastimável que, nos últimos tempos, tenha crescido, na nação, a tendência ao rebaixamento moral, à falta de ética, ao aviltamento do caráter dos chamados homens públicos.

As consciências ficaram mais elásticas e todos se julgam salvadores da Pátria, prontos a ocupar os altos cargos do Estado.

São homens vaidosos que não sabem o quanto se endividam espiritualmente pela má administração da coisa pública. Têm uma opinião para os comícios e outra para o desempenho do cargo. Os interesses individuais e dos partidos políticos promovem casuísmos, tornando-se maiores do que a pessoa humana.

Já não se atacam as ideias e os atos, mas os homens. A mentira, a falta de ética, a incompetência e a hipocrisia, desgraçadamente, não aparecem mais como elementos vergonhosos, indignos de se arrogar ao homem público. A popularidade, como é obtida nestes dias, não é de maneira nenhuma presunção positiva em favor daquele que a consegue, tamanho é o descaso e a ausência de prontidão para o exercício do serviço à Pátria.

A procura perseverante da verdade torna verdadeiro o homem. Portanto, o homem de caráter é aquele que tem a coragem moral de afirmar a verdade, mesmo que isso o deixe impopular.

A coragem, unida à energia, à fé em Deus e à permanência no bem, triunfa sobre obstáculos aparentemente invencíveis.

Caros irmãos, esta mensagem não deve representar desesperança, mas estímulo para uma vida absolutamente voltada ao serviço ao próximo e à dignidade humana!

Democracia não é uma abstração, nem tampouco, simples definição apresentada pela ciência política. Democracia é ação consciente de cidadãos que constroem o cotidiano e o futuro – com responsabilidade.


LEOCÁDIO JOSÉ CORREIA
Mensagem psicografada pelo médium
Maury Rodrigues da Cruz, em 21/10/1992

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Qual educação, qual escola, qual aluno, qual professor?????????????

O conhecimento tem presença garantida em qualquer projeção que se faça do futuro. Por isso há um consenso de que o desenvolvimento de um país está condicionado à qualidade da sua educação. Nesse contexto, as perspectivas para a educação são otimistas. A pergunta que se faz é: qual educação, qual escola, qual aluno, qual professor.

A liberdade e a solidariedade são princípios e valores universais e devem orientar toda a ação educativa da escola, das organizações sociais, das famílias e de outros segmentos que queiram colaborar com a educação escolar.

Os estudos e pesquisas sobre a qualidade da educação indicam que esta deve ser discutida e compreendida amplamente, envolvendo as condições extra e intra-escolares, bem como os diferentes atores individuais e institucionais que participam do processo educativo (tais como estudantes, professores, pais, coordenação pedagógica). Nesse sentido, a discussão sobre qualidade da educação implica o mapeamento dos diversos elementos para qualificar, avaliar e precisar a natureza, as propriedades e os atributos desejáveis ao processo educativo, tendo em vista a produção, organização, gestão e disseminação de saberes e conhecimentos fundamentais ao exercício da cidadania e, sobretudo, a melhoria do processo ensino-aprendizagem dos estudantes.

Em alguns estudos, avaliações e pesquisas, é possível identificar uma relação efetiva entre a educação e o desenvolvimento integral do ser humano, na medida em que a educação proporciona conhecimentos e habilidades para uma vida produtiva no contexto de construção de uma sociedade democrática, inter-cultural e cidadã.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL

Temos ouvido algumas pessoas afirmarem: “Eu não forço meus filhos para a evangelização espírita porque sou muito liberal”. Ao que poderia acrescentar: porque também não tenho força moral! Se o filho está doente, ele o força a tomar remédio, se o filho não quer ir à escola, ele o força. Isto porque acredita no remédio e na educação, mas não crê na religião que abraçou quando afirma: “Vou deixá-lo crescer e depois ele escolherá”. Os pais dão a melhor alimentação, o melhor vestuário, o melhor colégio, mas na hora de dar a melhor religião eles se acomodam. Aos pais é incumbido o dever de oferecer aos filhos o que há de melhor, cabendo aos filhos, ao se tornarem adultos fazerem, aí sim, as suas opções de ordem religiosa. Necessário é motivar os filhos, enquanto crianças, através dos exemplos em casa, que o Espiritismo é a melhor religião. A tarefa de evangelização da criança e do jovem assumem um caráter da mais alta importância em todo movimento espírita. Sabemos que a criança é um ser espiritual criado por Deus, ora vivendo no plano do Espírito, ora respirando num corpo material. Como ser espiritual, traz toda uma bagagem acumulativa, por isso precisa ser educada novamente, pois num corpo infantil. Sua barreira de defesa psíquica está neutralizada: ela está mais branda, mais receptiva, mais maleável, mais aberta todas as influências. Daí meus caros pais, a importância da Evangelização Espírita, pois evangelizar é preparar o ser humano para enfrentar as adversidades da vida nos postulados do Evangelho. Que vocês pais se conscientizem: é o único meio de cultivar no Espírito da criança o entendimento da prática das boas obras, aquisição da moral e do saber. O homem será o que de sua infância faça, acreditem. Saibamos, então, cuidar de nossas crianças, moldando-lhes o caráter e a personalidade sob as diretrizes dos ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita e estaremos, assim, contribuindo para a formação de adultos mais equilibrados e conscientes de suas responsabilidades. “A criança é o sorriso do futuro na face do presente. Evangelizá-la é, pois espiritualizar o porvir, legando-lhe a lição clara e pura do ensinamento cristão a fim de que verdadeiramente viva o Cristo nas gerações de amanhã.” (Francisco Spilelli) Maria Aparecida de Oliveira Alferes

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Revejam seus conceitos e atitudes.

 DEFINIÇÃO DE SAUDADE -


Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de
atuação profissional (...) posso afirmar que cresci e modifiquei-me
com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa
verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade, descobrimos que
somos capazes de ir muito mais além.


Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco,
onde dei meus primeiros passos como profissional... Comecei a
freqüentar a enfermaria infantil e apaixonei-me pela oncopediatria.
Vivenciei os dramas dos
meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer. Com o
nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o
sofrimento das crianças.


Até o dia em que um anjo passou por mim! Meu anjo veio na forma de
uma criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de
tratamentos diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos
trazidos pelos programas de químicos e radioterapias. Mas nunca vi o
pequeno anjo fraquejar. Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo em
seus olhinhos; porém, isso é humano!


Um dia, cheguei ao hospital cedinho e encontrei meu anjo
sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. A resposta que recebi, ainda
hoje, não consigo contar sem vivenciar profunda emoção.


— Tio, — disse-me ela — às vezes minha mãe sai do quarto para chorar
escondido nos corredores... Quando eu morrer, acho que ela vai
ficar com muita saudade. Mas, eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não
nasci para esta vida!


Indaguei:

- E o que morte representa para você, minha querida?
— Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na
cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama,
não é? (Lembrei das minhas filhas, na época crianças de seis e dois anos,
com elas, eu procedia exatamente assim.)
— É isso mesmo.
— Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa
Dele, na minha vida verdadeira!


Fiquei
"entupigaitado", não sabia o que dizer. Chocado com a maturidade com
que o sofrimento acelerou a visão e a espiritualidade daquela
criança.
— E minha mãe vai ficar com saudades — emendou-a.


Emocionado, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei:
— E o que saudade significa para você, minha querida?
— Saudade é o amor que fica!


Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição
melhor, mais direta e simples para a palavra saudade: é o amor que
fica!




Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas, deixou-me
uma grande lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser
mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores.
Quando a noite chega, se o céu está limpo e vejo uma estrela, chamo
pelo "meu anjo", que brilha e resplandece no céu.

Imagino ser ela uma fulgurante estrela em sua nova e eterna casa.
Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve pelas lições que me
ensinaste, pela ajuda que me deste. Que bom que existe saudade! O amor
que ficou é eterno.




ATITUDE É TUDO!!!

Seja mais humano e agradável com as pessoas.

Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.

- Viva com simplicidade.
- Ame generosamente.
- Cuide-se intensamente.
- Fale com gentileza.
- E, principalmente, NÃO RECLAME!

Artigo do Dr. Rogério Brandão, Médico oncologista



A todos os amigos muita Paz e Luz!!!!!!Uma ótima semana!

A amizade é eternizada por nós mesmos, portanto para ser eterna só depende do querer que há dentro de cada um, pois não importa a distância, já que é impossível viver independente desses obstáculos que o destino coloca na vida de todos, assim nos separando. Uma boa amizade deve ser guardada no peito, lembrada com muito carinho, pois amigos são pessoas raras, pessoas que muitas das vezes contribuem para a nossa felicidade, para o nosso crescimento, para a nossa vida, até mesmo sem percebermos. E o que vale a pena é saber que são amigos muito importantes, mesmo estando ou não perto de nós com freqüência.