Sugestões de Projetos e atividades para Educação Infantil.

Textos e artigos relacionados à Educação.

Trabalhos em artesanato como: Tricô pintura em tecido e tela.


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terça-feira, 29 de março de 2011

EDUCAÇÃO.

Amparar a infância é ajudar à sementeira.

Orientar a mocidade para o bem é auxiliar a floração.

A felicidade e a paz constituem serviço de aprimoramento.

Transposto o escuro portal da morte, reconhecemos que o professor detém no mundo o cetro do mais alto sacerdócio.

A escola é santuário da revelação divina. Dentro dela a mente humana retoma os tesouros do passado e entra em contato com as grandes vozes da sabedoria para a sublime ascensão no amor. E nos altares invisíveis de que se enriquece de luz, a alma que ensina participa, com o Senhor, do júbilo celeste de criar.

O mestre é, por isso, o oleiro milagroso das imagens, descerrando novos horizontes à vida e abrindo preciosas oportunidades de elevação.

Ó vós que buscastes na fonte do Espiritismo com Jesus um campo diferente de ação, vós, cujas antenas de fé viva conseguiram captar a palavra da verdade vitoriosa, contemplai conosco a paisagem atormentada e escura da experiência humana!... Em toda parte, a aflição clama por segurança, a dor espera lenitivo, a sombra pede luz e a desarmonia roga paz.

É imprescindível nos devotemos todos à obra regenerativa do bem, recompondo destinos e sanando males aparentemente irremediáveis.

Não nos fixemos, porém, na breve existência de um dia!...

Procuremos a vida, a vida imperecível, que sobre paira além do tempo e da morte.

Na criança jaz o recomeço.

No jovem surge a base.

Centralizar os nossos esforços no aperfeiçoamento, é dever de quantos abraçaram na Terra o idealismo de soerguimento e santificação.

Não desejamos, com semelhantes enunciados, sentenciar a velhice ao abandono. asenectude dolorida ou desprezada é sempre credora de compaixão. O lar dos deserdados é serviço que não podemos esquecer.

Reportamono-nos, contudo, à madureza, da qual devemos aguardar os melhores testemunhos de aplicação do Evangelho Salvador.

Curto é o período de possibilidades substanciais de trabalho para a criatura de passagem na carne. Aproveitar esses dias rápidos, na missão do bem, é impositivo da lei, que necessitamos respeitar se não desejamos os duros ensinamentos do reinício.

E se sabemos que a reencarnação, por divino instituto de aperfeiçoamento, nos abre incessantemente as portas abençoadas de novas realizações, não será lícito olvidar que o serviço prestado à infância e à juventude é obra de caridade e proteção a nós mesmos.

Ressurgiremos, amanhã, dos pais que hoje estamos formando.

Integrados no conhecimento de semelhante realidade, saibamos preparar o caminho iluminado e feliz para as crianças e para os moços do presente. Ninguém está exonerado da cooperação de boa vontade em favor das gerações renascentes. Quem se consagra a Jesus Cristo aprende a legar um mundo melhor aos que lhe seguem os passos, através do concurso fraterno ao próximo e da bondade para com a vida de que comungue nas lides habituais.

O Evangelho não é um livro simplesmente. é um templo de idéias infinitas- miraculosa escola das almas- estabelecendo a nova

Humanidade. Para isso, gera santos heróis, artistas e trabalhadores que, em se espalhando no mundo, nele determinam, de século a século, fecundas renovações para a glória do amor universal.

De certo, estamos ainda longe do tipo biológico habilitado a refletir integralmente a inspiração do Cristo, mas, atendendo aos imperativos da educação, reduziremos a longa e porfiada luta.

Reconduzir para a dignificarão, distribuir a cultura e o trabalho edificantes, animar a chama dos ideais redentores e proclamar os méritos da fraternidade é a maneira mais elevada e mais fácil de apagar as trevas do passado e inflamar os horizontes do futuro.

Tocados pela claridade da sublimação, ao esplendor da verdade, pelo conhecimento da sobrevivência além da morte, uni aos nossos os vossos braços e corações e construamos o Reino de Deus com as sementes divinas da escola, coroada de luz e compreensão, segurança e solidariedade.

A técnica prosseguirá levantando cidades e monumentos, traçando estradas e comunicações, ajustando máquinas e inventos, materializando a facilidade e o conforto para a civilização, mas só o amor garantirá no mundo a alegria de viver.

Façamos da oração a nossa escada de intercâmbio com o Céu, socorramos a enfermidade e aliviemos o desespero, repartamos o pão e o remédio com os famintos e doentes, ergamos teto acolhedor aos que vagueiam sem rumo e consolemos a dor que nos aparece de mil modos, cada dia, nas sendas do mundo, mas não nos esqueçamos de que Jesus, acima de tudo, é o nosso Divino

Mestre e de que o Cristianismo é serviço de educação.

João Bosco

Mensagem recebida por Francisco Cândido Xavier em Pedro Leopoldo, a 19 de julho de 1952

sexta-feira, 25 de março de 2011

Recomendo a leitura desse romance pois é um alerta para Pais,Professores e Alunos.


Quando falamos em educação devemos elevar o conceito, para não apenas nos atermos á visão da aquisição fortuita de conhecimentos,mas nos direcionarmos para além:a educação que reflete na ação efetiva do espírito em direção á boa moral,aspectos que propiciam transformações admiráveis em nosso espírito.

Romance Espírita."Comunidade Educacional das Trevas"

Espírito Vinicius (Pedro de Camargo)

Psicografia de Eliane Macarini.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Um novo olhar para avaliação escolar!


Como objetivo principal devemos, buscar valorizar a afetividade como pressuposto básico para a aprendizagem e a sua eficácia na avaliação do rendimento escolar
Compreendemos então que afetividade e inteligência, portanto, são aspectos indissociáveis, influenciados pela socialização.

A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a Lei 9.394, nos oferece os dois mais importantes princípios da afetividade e amor no âmbito escolar,o respeito à liberdade e o apreço à tolerância, que são inspirados nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana. Ambos têm por fim último o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania ativa e sua qualificação para as novas ocupações no mundo do trabalho.
A avaliação escolar deve ser mais estudada e detalhada cientificamente, buscando considerar relações de afetividade entre professor e aluno que possam ser garantidas dentro das variadas formas de avaliação. A afetividade tem um respaldo significante sob a avaliação do aluno como um todo, devendo ter como aspecto fundamental, alcançar os objetivos do processo de ensino dentro dos fatores cogniscitivos e sócio-emocional, intimamente ligada a interação professor-aluno.
Assumindo um caráter pedagógico, a avaliação precisa desvincular do processo classificatório, seletivo e discriminatório, para estabelecer o básico da sua função que se aplica principalmente ao professor que a utiliza, analisando e refletindo os resultados dos alunos. Desta forma, a avaliação propicia retomada de conteúdos, novas metodologias e um redimensionamento de trajetória conforme a necessidade do momento. Enfatizando assim o processo, refletindo o ensino que busca a construção do conhecimento.

sexta-feira, 18 de março de 2011

BONS AMIGOS.

Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Machado de Assis.

Um ótimo final de semana Paz e Luz.

Beijos

quinta-feira, 10 de março de 2011

PRÁTICAS LÚDICAS

"UM ALERTA STRESS NAS CRIANÇAS DEVE SER LEVADO A SÉRIO"

O stress é uma reação natural do organismo diante de um estímulo ou situação especial de tensão ou de intensa emoção, que pode ocorrer em qualquer pessoa, natural do organismo diante de um estímulo ou situação especial de tensão independente de idade, raça, sexo e situação socioeconômica.

Algumas crianças em idade escolar estão sujeitas ao estresse emocional devido às grandes adaptações que são levadas a fazer durante o seu desenvolvimento

Para que a criança desenvolva comportamentos e habilidades, é preciso que esteja adaptado ao método educacional, e que o ambiente escolar não seja uma fonte geradora de stress na vida do aluno. Um fator importante no sistema educacional é o professor, principalmente nos primeiros anos de ensino.

O stress provocado por diversos fatores do cotidiano está cada vez mais alto em crianças, tanto no contexto escolar com relação professor/aluno, conteúdos pedagógicos, relacionamento com colegas como no contexto familiar, com diversos acontecimentos que podem estressar a criança impedindo um bom desenvolvimento.

Pensando sobre o stress infantil e sua relação com as dificuldades de aprendizagem faz-se necessário um estudo aprofundado no que se refere ao stress infantil e sua relação com as dificuldades de aprendizagem, ajudando na identificação das causas para que possam ser trabalhadas, tanto no contexto escolar, familiar, social, etc.

“Por mais esforçada e inteligente que seja uma criança, dificilmente irá bem à escola durante uma crise de stress, pois os sintomas são incompatíveis com o bom desempenho escolar”. (TRICOLI, 2003).

A incidência de estresse grave na população infantil não é conhecida, porém se sabe que toda criança, inevitavelmente, enfrentará inúmeras dessas situações de estresse, mais ou menos sérios, ainda nos primeiros anos de vida, tais como hospitalizações, acidentes, doenças, nascimento de irmãos, mudança de casa, de escola e de empregada, além das tensões geradas pela necessidade sempre maior de se auto-controlar.

Além de depressão, agressividade, dificuldade de relacionamento e dificuldades na aprendizagem, entre outras, a pior das conseqüências que o stress infantil pode acarretar é a de transformar a criança em um adulto fragilizado, uma situação pode ou não ser estressante para uma criança, dependendo do estágio de desenvolvimento emocional em que ela esteja.

“Quando o stress é tratado adequadamente, a criança, mas também o adulto pode desenvolver meios para lidar com as tensões e os desafios de modo positivo e pode até aprender a usar o stress a seu favor”. (LIPP, 2000).

Está provado que os pais são os principais causadores do stress nas crianças, transmitindo-lhes as suas próprias ansiedades ou preocupações. Por isso elas acabam por sofrer como nós, por viver os nossos receios, dúvidas e cansaços. Elas interiorizam os nossos problemas, pais estressados dão origem a filhos também estressados.

O comportamento e as atitudes do professor na relação com o aluno é fundamental, pois, segundo Patto (2000), “o professor pode projetar nos alunos seus próprios complexos, dificuldades emocionais, conjugais, sociais, repetindo com a criança suas próprias experiências de uma educação equivocada ou sofrida”. Isto pode causar confusão no aluno no processo de aprendizagem e a escola pode passar a ser uma fonte geradora de stress.

É fundamental descobrir a causa do problema para desenvolver estratégias de lidar com um nível de stress É importante considerar que o stress infantil não se manifesta isoladamente com a mais excessiva, visando promover a saúde da criança para que ela consiga enfrentar as mudanças que ocorrem em sua vida, ajudando a ter um desenvolvimento mais saudável.

Que pais não desejam o melhor para seus filhos A responsabilidade de acertar em sua tarefa é enorme. Pesquisas atuais mostram que na fase da infância o potencial de aprendizagem é muito grande e precisa ser desenvolvido. Para se ter uma idéia uma criança nasce com cerca de 100 bilhões de neurônios, que são as células nervosas responsáveis pela inteligência e comportamento, e no ano seguinte já triplicou o número de conexões entre esses neurônios (sinapses), ou seja, se a criança for bem estimulada, a aprendizagem é aceleradíssima.

Mas é aí que mora o perigo! A estimulação excessiva pode deixar a criança estressada e desinteressada. Ou pode cair no erro de começar e parar inúmeras atividades tornando-se inconstante, sem disciplina e paciência para levar ao fim qualquer empreendimento. Como a criança está em formação, esse problema... é só o começo. Mas as pesquisas também mostram que a criança de hoje não é estimulada a criar suas brincadeiras: os brinquedos chegam prontos, suas atividades não são organizadas por ela e os processos motores espontâneos, como subir, correr, brincar, etc.

Também perderam espaço, assim, o apego afetivo da criança com seus brinquedos são bem menores: são descartáveis, não foram resultados de sua criação e esforço. Então, é preciso que a criança seja estimulada sim, que tenha contato com uma variedade de livros, música, teatro, jogos. Porém, estimular é apresentar situações novas com as quais ela possa se relacionar brincando, explorando as próprias capacidades, descobrindo-se. Por aqui, temos parques, jardins, etc., o cenário ideal para a criança soltar sua imaginação e aprender, principalmente, a serem elas mesmas.

As crianças devem ser removidas do stress de nossa vida adulta, devem ser colocadas em um ambiente divertido e criativo, de brincadeiras e sorrisos. Não devemos apressá-las a sair da infância e devemos deixá-las se desenvolverem no seu próprio ritmo. Precisam ter rotinas, mas devemos deixar, em várias oportunidades, que elas façam escolhas próprias, encorajando-as à independência e ao auto controle.


VERA PALMA



quinta-feira, 3 de março de 2011

A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO NO PROCESSO EDUCATIVO

A avaliação tem como principais objetivos a construção do conhecimento, o direcionamento da aprendizagem e seu conseqüente desenvolvimento. Deve ser um processo contínuo para poder acompanhar, passo a passo, o desenvolvimento do educando, confiando que este tem capacidade de construir suas próprias verdades e valorizando suas manifestações e interesses, considerando suas realidades cultural, social e política.

Uma prática avaliativa coerente com a perspectiva de construção do conhecimento exige do professor um domínio amplo e detalhado de sua disciplina para poder estabelecer conexões entre as questões propostas por seus alunos e o conhecimento científico, e também para que possa sugerir novas problemáticas a serem solucionadas pelos educandos, de modo a aprofundar cada área do conhecimento.

Sabemos que a avaliação é essencial à educação, inerente e indissociável enquanto concebida como problematização, questionamento e reflexão sobre a ação.

“Educar é fazer ato do sujeito, é problematizar o mundo em que vivemos para superar as contradições, comprometendo-se com esse mundo para recriá-lo constantemente”. (HOFFMANN apud GADOTTI, 1984, p.16). Assim o professor que não avalia constantemente a ação educativa no sentido investigativo, pauta a sua docência em verdades absolutas prontas e acabadas prejudicando o aprendizado do aluno, não promovendo transformações que levem o mesmo a ser autônomo.

O desafio de mudança de atitudes por parte do professor, com o objetivo de estabelecer práticas avaliativas coerentes com as metodologias de ensino vai exigir do mesmo uma auto-avaliação, na qual pontos considerados muitas vezes relevantes necessitarão de reformulação, de adequação com a realidade e, até mesmo, da extinção de alguns princípios vistos pelo professor como essenciais.

Segundo VASCONCELLOS (op.cit, p. 55), “(...) não há receitas nem modelos para essas mudanças, mas sim propostas práticas que podem levar a escola buscar práticas coerentes com os mesmos”.

Assim, para que a avaliação adquira a importância que realmente tem no processo ensino-aprendizagem, é necessário seguir princípios norteadores como: estabelecer com clareza o que vai ser avaliado; selecionar técnicas adequadas para avaliar o que se pretende; ter consciência das possibilidades e das limitações das técnicas de avaliação e perceber que a avaliação é um meio para se chegar ao fim.

O professor, para acompanhar o desempenho dos alunos, poderá registrar cotidianamente as considerações sobre o grupo todo e sobre cada um dos alunos, a partir das atividades desenvolvidas durante todo o trabalho pedagógico. Tomando como parâmetros os critérios formais da aprendizagem, deve observar: o nível de aprendizagem, relacionado ao conhecimento; o interesse e a iniciativa do aluno para a leitura, o estudo, a pesquisa; a qualidade do conteúdo elaborado e da linguagem utilizada; a sistematização e ordenação das partes, relacionadas à produção individual; a qualidade da elaboração em conjunto com outros alunos; a capacidade crítica, indicando a criatividade; a capacidade de reconstrução própria e de relacionar os conteúdos das diversas áreas do conhecimento. As considerações e opiniões dos próprios alunos deverão também ser anotadas e analisadas pelo professor.

Partindo do pressuposto de que o professor é o relator e tem como concepção de aprendizagem aquilo que ensina e vai cobrar do aluno, nada vai mudar. A transformação do processo de avaliação está diretamente relacionada à concepção de aprendizagem. (RAMOS, Paulo. 2007. p.39)

Nesse processo de avaliação, não podemos esquecer que o professor também deve se avaliar, refletindo sobre o seu próprio trabalho, verificando seus procedimentos e, quando necessário, reestruturando sua prática.

Diante de todas as considerações apresentadas acerca do papel e da importância da avaliação no processo educativo, é importante destacar que a avaliação deve ser conscientemente vinculada à concepção de mundo, de sociedade e de ensino que queremos, permeando toda a prática pedagógica e as decisões metodológicas. Sendo assim, a avaliação não deve representar o fim do processo de aprendizagem, nem tampouco a escolha inconsciente de instrumentos avaliativos, mas, sim, a escolha de um caminho a percorrer na busca de uma escola necessária.

Portanto, desenvolver uma prática avaliativa de modo a privilegiar a expressão própria do pensamento dos alunos, a oportunizar-lhes vivências em ambientes interativos, a tornar disponíveis múltiplas e ricas fontes de informação sobre os objetos do saber. E de forma a garantir essas três condições de aprendizagem, todo o tempo e harmoniosamente no ambiente escolar.

Especializanda

Véra Palma

Turma: Barra Velha


OS PILARES DA METADISCIPLINARIDADE PARA EDUCAÇÃO E AVALIAÇÃO

Paulo Ramos, 2007.