Sugestões de Projetos e atividades para Educação Infantil.

Textos e artigos relacionados à Educação.

Trabalhos em artesanato como: Tricô pintura em tecido e tela.


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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Auto-Atualização Permanente.




O espírito, ator e portador da cultura, é a experiência, vivência, conhecimento, conceito, idéia, sonho, sentimento, afeto acumulados ao longo de sua existência.
A inteligência, os valores, as expressões de afeto e a consciência de sua individualidade resultam desses conhecimentos. À medida que eles são adquiridos a consciência do ser se amplia. A consciência possível é sempre proporcional à história de vida de cada um.
O perfil do conhecimento que foi e está sendo vivenciado determina as habilidades, as potencialidades, as capacidades do espírito e, ao mesmo tempo, estabelece o que ele não sabe, ou seja, as suas limitações, as suas dificuldades, a sua ignorância.

O conhecimento é adquirido pelo espírito na medida em que enfrenta situações do cotidiano apresentadas pela sua trajetória. Se o seu perfil de conhecimento permite resolver, superar, uma determinada situação a sua habilidade é evidenciada e colocada à disposição daqueles que não a possuem. Se não é capaz de resolver o problema com o que conhece deverá então buscar a resposta, a solução, através de um conhecimento novo que lhe permita realizar a superação da situação.
O novo ( o conceito novo, o sentimento novo, a atitude nova, o comportamento diferenciado) será construído ao reelaborar seu próprio conhecimento e/ou utilizar-se do conhecimento acumulado pelos outros, encarnados ou desencarnados, como um referencial.
As situações enfrentadas no cotidiano, portanto, ao permitirem que as habilidades sejam vivenciadas e ao provocarem a construção de novos conhecimentos que rompem os limites do espírito, resultam na ampliação de sua consciência (de si mesmo, dos seres com os quais convive, da natureza, do universo, de Deus), ou seja, permitem a evolução do espírito que é o objetivo da própria vida.
O processo de aprendizado nunca estará completo, pois a cada novo conhecimento adquirido novas situações diferentes poderão ser enfrentadas. Logo, a compreensão clara de como o processo de evolução ocorre é fundamental, uma vez que determina a sua eficiência.
A postura contínua e consciente em relação às limitações de tempo em que se constrói a existência permite que o potencial possível de aprendizado de cada situação seja aproveitado ao máximo. Em vez de deixar que a dor e a angústia sejam os principais estimuladores do aprendizado, o espírito deve lutar para que ganhe espaço o esforço consciente, a vontade firme, a motivação adequada.
Diante da preocupação em transformar a evolução como um momento de dor para a evolução como um momento de esforço consciente sobre as suas limitações o espírito deve adotar uma postura diante da vida que lhe permita otimizar o conhecimento a ser retirado de cada situação enfrentada. Essa atitude é a auto-atualização permanente : exercício contínuo de leitura plena que o homem faz de si mesmo, dos outros, da cultura (conceitos, idéias, comportamentos, costumes, valores, técnicas, folclore, teatro, música, literatura etc), do mundo, da vida, que promove crescimento pessoal, levado por motivação própria e pela incessante curiosidade acerca do Cosmo. 
http://www.sbee.org.br/



segunda-feira, 18 de abril de 2011

Hoje é o Dia Nacional do Livro Infantil!!!!!!!!!!

Nada mais justo que homenagearmos hoje um dos maiores escritores da literatura Infantil.



Biografia

Nasceu em Taubaté, São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Em homenagem ao seu nascimento, neste dia comemora-se o Dia Nacional do Livro Infantil.
Era filho de José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Augusto Lobato. Seu nome verdadeiro era José Renato Monteiro Lobato, mas em 1893 o autor preferiu adotar o nome do pai por desejar usar uma bengala do
 pai que continha no punho as iniciais JBML.
Juca, apelido que Lobato recebeu na infância, brincava em companhia de suas irmãs com legumes e sabugos de milho que eram transformados em bonecos e animais, conforme costume da época. Uma forte influência de sua própria experiência reside na criação do personagem Visconde de Sabugosa.
Ainda na infância, Juca descobriu seu gosto pelos livros na vasta biblioteca de seu avô. Os seus prediletos tratavam de viagens e aventuras. Ele leu tudo que lá existia, mas desde esta época incomodava a ele o fato de não existir uma literatura infantil tipicamente brasileira.
Um fato interessante aconteceu ao então jovem Juca, no ano de 1895: ele foi reprovado em uma prova oral de Português. O ano seguinte foi de total estudo, mergulhado nos livros. Notável é o interesse de Lobato escritor no que diz respeito à Língua Portuguesa, presente em alguns de seus títulos. É na adolescência que começa a escrever para jornaizinhos escolares e descobre seu gosto pelo desenho.
Aos 16 anos perde o pai e aos 17 a mãe. A partir de então, sua tutela fica a encargo do avô materno, o Visconde de Tremembé. Formou-se em Direito pela faculdade de seu estado, por vontade do avô, porque preferia ter cursado a Escola de Belas-Artes. Esse gosto pelas artes resultou em várias caricaturas e desenhos que ele enviava para jornais e revistas.
Em 1907, 3 anos após sua formatura, exerceu a promotoria em Areias, cidadezinha do interior. Retirou-se depois para uma fazenda em Buquira que herdou do avô, falecido em 1911. Este município, onde surgiu um Lobato fazendeiro, recebeu seu nome em sua homenagem.
Casou-se com Maria Pureza da Natividade, em 28 de março de 1908. Do casamento vieram os quatro filhos: Edgar, Guilherme, Marta e Rute.
Em 1918 lançou Urupês, e o êxito fulminante desse livro de contos colocou-o numa posição de vanguarda. Neste mesmo ano, vendeu a fazenda e transferiu-se para São Paulo, onde inaugurou a primeira editora nacional: Monteiro Lobato & Cia. Até então, os livros que circulavam no Brasil eram publicados em Portugal. Por isso, as iniciativas de Lobato deram à indústria brasileira do livro um impulso decisivo para sua expansão.
Em 1926, foi nomeado adido comercial da embaixada brasileira nos Estados Unidos, de onde trouxe um notável livro de impressões: América. Usou, assim, suas principais armas em prol do nacionalismo no tocante à exploração de ferro e petróleo no Brasil: os ideais e os livros.
Preocupado com o desenvolvimento econômico do país, chegou a fundar diversas companhias para a exploração do petróleo nacional.. O fracasso dessa iniciativa deu-lhe assunto para um artigo: O Escândalo do Petróleo. Já sob o Estado Novo, sua persistência em abordar esse tema como patriota autêntico valeu-lhe três meses de prisão.
No público infantil, Lobato escritor reencontra as esperanças no Brasil. Escrever para crianças era sua alegria, por isso adorava receber as cartinhas que seu pequenino público escrevia constantemente. Achava que o futuro deveria ser mudado através da criançada, para quem dava um tratamento especial, sem ser infantilizado. O resultado foi sensacional, conseguindo transportar até hoje muitas crianças e adultos para o maravilhoso mundo do Sítio do Picapau Amarelo.
CRISTIANE MADANÊLO DE OLIVEIRA. "MONTEIRO LOBATO (1882-1948) - BIOGRAFIA" 

sexta-feira, 15 de abril de 2011

É preciso lutar contra a correnteza para se chegar à margem!

Habitue-se a, serenamente, esperar, aprender, trabalhar e descansar com dignidade.
Não é, de maneira nenhuma, o bem-estar, a vida tranqüila, a ociosidade, mas as provações e as dificuldades que disciplinam o homem, trazendo à sua consciência a luz, a tranqüilidade, o equilíbrio.
A vida é sempre força da adversidade que representa a permanente construção do caráter.
Na Terra, há plantas que precisam que suas folhas sejam maceradas para exalarem o seu mais reconfortante perfume — assim também há homens que necessitam passar por provações para alcançarem o mais profundo do seu próprio ser, fazendo o autoconhecimento. As provações descobrem e lapidam as virtudes humanas, trazendo ao trato diário as experiências do longo aprendizado reencarnatório.
Alguns homens apresentam comportamentos dúbios, inseguros, por sua indolência. Porém, quando se vêem diante de problemas, de situações difíceis, sensibilizam-se pela dor, pela angústia, assumindo responsabilidades, provando a si mesmos e aos outros a força que possuem e que ninguém dela suspeitava; e onde havia debilidade, angústia, medo e desconfiança de si mesmo, encontra-se predisposição ao trabalho, valor positivo e muita abnegação.
A dor, na escolaridade da Terra, é, sem dúvida alguma, a instituição da disciplina, do autoconhecimento, do aprendizado, da construção do caráter, da iluminação. O homem espiritualizado entende que se não fossem algumas provações, a forja da dor, a melhor parte do seu ser estaria em sono profundo.
A forte correnteza é sempre treinamento, oportunidade de crescimento, portanto ascensão à espiritualidade, à felicidade, àquele que luta para alcançar a margem.
Deus é a plenitude do amor. O homem espiritualizado vive a força da luz, da esperança, é feliz.
Amor, coragem, fé.
Mensagem extraído do livro "Na luta do cotidiano, A força do amor" 
pelo espírito Leocádio José Correia 
Psicografado pelo médium Maury Rodrigues da Cruz

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Música para quê?

Realizar esse tipo de trabalho ajuda a melhorar a sensibilidade dos alunos, a capacidade de concentração e a memória, trazendo benefícios ao processo de alfabetização e ao raciocínio matemático. "A música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral. É como se tornássemos o nosso ‘hardware’ mais poderoso", explica a pedagoga Maria Lúcia Cruz Suzigan, especialista no ensino de música para crianças. Essas áreas se interligam e se influenciam. Sem música, a chance é desperdiçada. Segundo Maria Lúcia, quanto mais cedo a escola começar o trabalho, melhor. "Essa linguagem, embora antes fosse mais comum, faz parte de cultura das crianças por causa das canções de ninar e das brincadeiras. O pouco que ainda resta abre um oportuno espaço para o trabalho na escola."
Se você já sabe que a linguagem musical é importante para os alunos, mas tem medo, se acha desafinado, não toca um instrumento e não sabe por onde começar, os pesquisadores da área procuram desfazer o mito de que é difícil ensinar música para crianças sem ser músico. "Não é complicado, só trabalhoso. Não se espera que o professor de música seja um músico, assim como não se imagina que o alfabetizador é um grande escritor", enfatiza Maria Lúcia. Ela criou nas prefeituras de Diadema e Itu, em São Paulo, um programa de capacitação dos professores da rede que inclui formação e planejamento de atividades.
Para aprender coisas novas é necessário enfrentar a barreira do medo e quebrar o paradigma do dom. "Se você não é muito afinado, não faz mal, pode usar uma gravação e cantar com a criançada. Quando na escola há alguém que toca violão, essa pessoa pode fazer um acompanhamento", afirma Rozelis Aronchi Cruz, que coordena o projeto em Diadema.
Se não há o amparo da rede de ensino, não desanime. "Aventure-se um pouco", defende José Henrique Nogueira, que há 18 anos dá aula de música na Educação Infantil e recentemente começou ensinar como se faz isso no curso de pedagogia da Universidade Católica de Petrópolis, no Rio de Janeiro. De início ele sugere a leitura do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. O volume 3 traz orientações para crianças de 0 a 6 anos e uma discografia.
"Ajuda muito um planejamento das aulas que inclua a preocupação constante com a linguagem musical. A música não pode ficar restrita a eventos como festas e datas marcantes, mas deve ser uma prática diária", completa Elvira de Souza Lima, pesquisadora em desenvolvimento humano e orientadora dos programas de ensino musical das prefeituras de Blumenau (SC), Coronel Fabriciano (MG) e Guarulhos (SP).


A boa musica é o alimento da alma!!!!!!!!!!Com carinho da Vera Palma


quarta-feira, 13 de abril de 2011

"A busca de Deus é a busca da alegria. O encontro com Deus é a própria alegria." (Santo Agostinho


Procuremos buscar a paz e a alegria nas coisas simples, para isso precisamos um olhar mais atento ao nosso redor e ver que podemos fazer a diferença neste mundo com tantas dificuldades ser um pouco mais tolerante com as pessoas, olhar todos como nossos irmãos, se cada um procurar fazer um pouquinho de sua parte teremos um mundo menos violento.
Vamos fazer a caridade com alegria pois assim estaremos buscando Deus.
Vera Palma.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Mensagem.

Senhor ensina-nos a oferecer-te
o coração puro e o pensamento elevado na oração.
Ajuda-nos a pedir, em Teu Nome,
para que a força de nossos desejos
não perturbe a execução de teus desígnios.
Ampara-nos, a fim de que o nosso sentimento
se harmonize com a tua vontade
e que possamos, cada dia,
ser instrumentos vivos e operosos
da paz e do amor, do aperfeiçoamento
e da alegria, de acordo com a tua Lei.
Assim seja.

Chico Xavier / Meimei (espírito)

Que prece belíssima!
Pois ela transparece toda uma comunhão com o Pai.
E é só quando estamos realmente unidos a Ele
é que nossa vida caminha de maneira harmonizada. 

Porque, como nos afirmou Jesus, quando estamos imersos
na corrente de Amor que envolve o Universo,
até o jugo, as dificuldades e os problemas
se tornam leves e suaves.

Que sua semana seja só paz e harmonia,
daquela que energiza e alimenta,
daquela que ilumina e fortalece,
daquela advinda do Amor de Deus.



terça-feira, 5 de abril de 2011

O conhecimento segundo John Locke!



No livro II do Ensaio sobre o Entendimento Humano, Locke começa por afirmar que as fontes de todo conhecimento são a experiência sensível e a reflexão. Onde em si mesmas, a experiência sensível e a reflexão não constituiriam propriamente conhecimento; seriam, antes, processos que suprem a mente com os materiais do conhecimento.
A esses materiais o mesmo dá o nome de idéias, expressão que adquire assim o sentido de todo e qualquer conteúdo do processo cognitivo.
“Idéia” para Locke, é o objeto do entendimento quando qualquer pessoa pensa; a expressão “pensar” é assim, tomada no mais amplo sentido, englobando todas as possíveis atividades cognitivas.
Desde que a mente em todos os seus pensamentos e raciocínios não tem outros objetos imediatos exceto suas próprias idéias, e apenas isto é ou pode ser contemplado, torna-se evidente que nosso conhecimento se relaciona apenas a elas. O conhecimento consiste na percepção do acordo ou desacordo de duas idéias, nada mais é que a percepção da conexão e acordo ou desacordo é rejeição, de quaisquer de nossas idéias, isso significa que, onde se manifesta esta percepção há conhecimento, e onde ela não se manifesta, embora possamos imaginar adivinhar ou acreditar nos encontramos distantes do conhecimento.
Para melhor entender em que consiste o acordo e o desacordo podemos reduzi-los a quatro tipos:
*  Identidade ou diversidade que nada mais é que o primeiro ato da mente, quando ela tem quaisquer sentimentos ou idéias, para perceber suas idéias; e, na medida em que percebe sabe o que cada uma é e por este meio percebe também suas diferenças, e que uma não é a outra. Isto é tão absolutamente necessário que sem isso não poderia haver nenhum conhecimento, nenhum raciocínio, nenhuma imaginação e nenhum pensamento distinto;
*  Relativo é o segundo tipo de acordo ou desacordo que a mente percebe em quaisquer de suas idéias pode, penso ser denominado relativo e nada são exceto a percepção da relação entre duas idéias quaisquer, de qualquer tipo que sejam substâncias, modos, sejam outras quaisquer;
*  Coexistência é o terceiro tipo de acordo e desacordo a ser encontrado em nossas idéias, a qual a percepção da mente é concernente, constitui a coexistência ou não-coexistência no mesmo objeto, e isto pertence particularmente às substâncias;
*  Existência real, o quarto e último tipo consistem na existência atual concordando com qualquer idéia. Supondo que estes quatro tipos de acordo e desacordo contem todo o conhecimento que possuímos, ou de que somos capazes, já todas as investigações que podemos fazer a respeito de quaisquer de nossas idéias, tudo o que sabemos ou podemos afirmar a respeito de uma delas, é o mesmo com alguma outra, isto coexiste ou nem sempre coexiste com alguma outra idéia no mesmo objeto; que isto tem estado ou aquela relação com alguma outra idéia; ou que isto tem uma existência real fora da mente.
Há várias maneiras pelas quais a mente é possuída da verdade, e cada uma das quais é denominada conhecimento. O conhecimento atual é a visão presente que a mente tem do acordo ou desacordo de qualquer de suas idéias, ou relação que elas têm entre si.
Nosso conhecimento consistindo na percepção do acordo ou desacordo de duas idéias quaisquer, sua clareza ou obscuridade consiste na clareza ou obscuridade desta percepção, e não na clareza e obscuridade das próprias idéias.
Idéias que por causa de sua obscuridade ou por outro motivo, são confundidas, não podem ocasionar nenhum conhecimento claro e distinto, porque na medida em que quaisquer idéias são confusas, a mente não pode igualmente perceber claramente se concordam.
O verdadeiro método para alcançar nosso conhecimento consiste em considerar nossas idéias abstratas. Devemos, portanto, procedermos como a razão nos aconselha adaptar nossos métodos de investigar a natureza das idéias que examinamos a verdade que buscamos.
As idéias claras e distintas com nomes estabelecidos, e a descoberta dessas que mostram seu acordo ou desacordo são os caminhos para aumentar nosso conhecimento.
Segundo John Locke, “(...) nascemos todos ignorantes e recebemos tudo da experiência; mas, ao mesmo tempo, afirma a nossa parte ativa, enquanto o intelecto constrói a experiência, elaborando as idéias simples”.
Afirma ainda que todos nascemos iguais, dotados de razão; mas ao mesmo tempo, todos temos temperamentos diferentes, que devem ser desenvolvidos de conformidade com o temperamento de cada um. A formação educacional consiste, portanto, fundamentalmente, no desenvolvimento do intelecto mediante a moral, precisamente pelo fato de que se trata de formar seres conscientes, livres senhores de si mesmos. Por conseguinte, a educação, deve ser formativa, desenvolvendo o intelecto, e não informativa, erudita.


BILBIOGRAFIA

LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Nova Cultura, 1988.